segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Associação Brasileira de Museologia

 A Associação Brasileira de Museologistas foi fundada com a finalidade de congregar todos os técnicos e cientistas de museus e seus auxiliares, bem como as pessoas interessadas nos problemas museológicos; zelar pela defesa dos direitos e interesses dos que trabalham em museus e instituições afins; incentivar o intercâmbio cultural e científico dos museus; promover cursos, conferências e difundir os conhecimentos museológicos através de publicações.


CAPITULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E OBJETIVOS

Art. 2 - A ABM tem por objetivo suscitar, favorecer, apoiar e divulgar as ações voltadas para o desenvolvimento da Museologia e das instituições museológicas no Brasil, através das seguintes iniciativas:

I - Congregar profissionais que atuem na área museológica, bem como instituições dedicadas à Museologia é à proteção do patrimônio cultural do país;
II - Contribuir para o incremento de estudos e pesquisas voltadas para o aperfeiçoamento dos sistemas museológicos;
III - Incentivar medidas que levem as autoridades públicas e privadas em geral a motivar-se pelas instituições museológicas e pela defesa do patrimônio cultural;
IV - Promover a valorização, o aperfeiçoamento e a difusão das pesquisas voltadas para o desenvolvimento da Museologia, organizando congressos, ciclos de estudos, conferências, cursos, seminários, mesas redondas e outros encontros de natureza cultural;
V - Promover a obtenção de recursos financeiros ou ajuda de qualquer outra natureza, para auxiliar na concretização de projetos que a ABM se proponha executar;
VI - Apoiar os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Museologia, na defesa dos interesses dos profissionais de museologia;
VII - Editar regularmente uma revista ou boletim dedicado a estudos museológicos;
VIII - Manter intercâmbio com associações ou instituições similares, a nível nacional ou internacional.



Rua Álvaro Alvim, 48/409 Centro - Cinelândia Rio de Janeiro/RJ (021) 2215-0359 

A fase da iluminação artística em alta definição.

 http://www.haltadefinizione.com

Galeria virtual em alta definição com opçoes de compra de imagens e subscribe no site.
Em italiano, vale a pena conferir.

Museu de Taxidermia do Jardim Zoológico




São 416 peças em exposição.
O trabalho de taxidermia é feito nos Galpões do Metrô, em frente ao Zôo.

3245 3740, fax 3346 4611, horário de visitação de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h

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http://www.zoo.df.gov.br/


Fonte: http://www.farejadoc.com.br/www/document/list.php?tid=120

Memorial do Ministério Público









O Memorial do Ministério Público Federal foi inaugurado em 24 de maio de 2005, com o objetivo de mostrar para o cidadão a história e a atuação do MPF como guardião da lei e defensor da sociedade.

O Memorial do MPF resgata a história do Ministério Público Federal, o Brasil Colônia até hoje, com as transformações trazidas pela Constituição de 1988 e a conseqüente identificação do MP como “Poder Cidadão”.

Os visitantes têm acesso a documentos, vídeos, móveis e peças históricas (as mais antigas datam de 1871). O Memorial oferece também uma série de painéis que mostram a estrutura do MPF, as formas de atuação e a relação com a sociedade. Dois terminais multimídia ficam disponíveis aos visitantes.


"O Ministério Público é a voz da sociedade brasileira ante o Poder Judiciário. Este Memorial é o eco perene dessa voz, que não pode calar."
(Claudio Fonteles, ex-procurador-geral da República)


SAFS, Quadra 4, Conj. C, Bl. B, cobertura
3031 6449, 3031 6442, visitação de segunda a sexta, das 9h às 19h.

sábado, 22 de outubro de 2011

Centro Cultural Três Poderes


Museu da Cidade
       Espaço Lúcio Costa 
              e  Panteão da Pátria Tancredo Neves. 


Em coordenação se encontra, também, o Projeto Integração Museu-Escola "Conhecendo Brasília”

3325 6244 e 3325 6163, visitação de segunda à domingo (inclusive feriados), das 9h às 18h.


Catetinho


O Catetinho foi a primeira residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek. O projeto museográfico procura retomar as referências de época, preservando-se alguns objetos e o mobiliário original. Imagens fotográficas, bem como outros objetos, complementam as ambientações com o objetivo de propiciar ao público um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção de Brasília.

O Catetinho serviu como residência oficial até junho de 1958, quando ficou pronto o Palácio da Alvorada e JK pode se mudar. Em 10 de novembro de 1959, a pedido do presidente, o local foi tombado e aberto à visitação.

Pode-se conhecer a antiga suíte presidencial, a sala de despachos, o quarto dos membros do governo, o quarto de hóspedes e a sala de refeições no térreo.

Todos contêm objetos e mobiliário original. Fotografias da construção também estão expostas no lugar. É necessário agendar visita apenas para grupos maiores que 20 pessoas e o estacionamento possui cem vagas.


BR 040, KM 0 (Saída Su)
3338 8803, terça a domingo, das 9h às 17h.

Fonte:


domingo, 21 de agosto de 2011

Coleção Brasiliana

    Pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, mapas, documentos e livros ligados à história do Brasil desde o período colonial até as primeiras edições dos álbuns produzidos no século XIX, assim como os livros de artistas ilustrados do século XX. Um recorte do acervo original da mostra Brasiliana Itaú está exposto no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República.

   O acervo completo da Brasiliana conta com 1,2 mil itens, com cerca de cinco mil imagens. A curadoria de Pedro Corrêa do Lago fez um recorte do acervo, que ficou exposto de 14 de julho a 21 de agosto. Entre os destaques estão um retrato de Dom Pedro II ainda jovem, feito por Rugendas em 1846, a pintura Povoado Numa Planície Arborizada, de Frans Post, que retrata um típico vilarejo nordestino do começo do século XVII, além de um conjunto de quadros e gravuras de viajantes e naturalistas.





A organização dos elementos da coleção está determinando uma sequencia cronológica do processo de documentação docontinenteamericano. A organização indica uma evolução estética na técnica dos trabalhos, menos em qualidade e mais em conhecimento científico, onde se inicia em uma visão cartográfica especulativa do novo continente até elementos usados como documentos oficiais. É representada da mesma forma que simulando o ritmo de leitura de um livro, da esquerda para a direita. Esta organização enfatiza o teor da exposição que se consiste em registros variados postos em cores mais opacas, desgastadas e amareladas. Há bancadas brancas com tampo em vidro claro e iluminação branca interna de mapas e quadros em molduras lisas.



As cores utilizadas foram branca, preta, cinza e verde bandeira (possivelmente escolhida pela importância simbólica do verde como cor representativa principal do espaço físico do Brasil). Foi utilizada uma iluminação branca, o que facilita na percepção correta das cores da imagem (em papel). Elementos de cor clara receberam um tratamento de fundo, contrastes como na moeda de 1646.